VO

Depois de um tempo vemos nossas bobagens riscadas de giz branco no asfalto. Nossas intenções e sentimentos foram tão breves e vazios que se evaporaram como gota de orvalho no verão.
Foi-se tudo com o vento, e enganado esta se achares que ele foi forte. Levou tudo com a mais suave brisa de outono.

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  • Há 19 horas

Unicamente

Lapsos de tempo
Uma lembrança
Uma queda
Um abismo
Como voltar a respirar no ritmo certo?
Alguns prazeres ficam presos no indiscritível.
Alguns suspiros só duram no agora.
Algumas dores só podem ser sentidas dentro de si.
Algumas batalhas só são vividas sozinho.

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  • Há 1 dia
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  • Há 1 dia
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  • Há 2 dias

Atextual

Composições que me mandam ir devagar em melodias agitadas, me apressam para dançar e não me acalmam para ouvi-las. Filosofias que me mandam parar em páginas que me fazem querer mais, me deixam sedento num espaço finito de consumo.
Amar devagar
Andar devagar
Dançar devagar
Beijar devagar
Aproveitar devagar
E finalmente amar mais devagar
Sentir.

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  • Há 1 semana

SLOW

S
L
O
W

D
O
W
N

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  • Há 1 semana

Abertos, Arregaçados, Frouxos, Ligados e Contínuos

Fechar os olhos e não estar mais perdido. Se encolher e encontrar o tão procurado abrigo. Cerrar os dentes e achar o que tem pra falar. Desligar os televisores e ver o que há dentro. Parar de pensar para parar se sentir.

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  • Há 1 semana

Um passado tão forte

Eu vivo tentando sair da minha vida
Planejando rotas e mais rotas de excursões
Eu vivo plantando coisas nas feridas
Caminhando em círculos e mais círculos nas estações
Eu sei que não há onde chegar
Mas ficar aqui tem sido me matar
Então corro a ocupações malditas
Interferindo no ciclo com todo o ferro
Incendiando o vácuo que nenhum excedente me trará

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  • Há 1 semana
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  • Há 1 semana

old friend, why you so shy?

Someone Like You, ADELE.
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  • Há 1 semana
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  • Há 2 semanas
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  • Há 2 semanas
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  • Há 2 semanas
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  • Há 2 semanas

Oculto

Onde estais terrível monstruosidade? Por que resolvestes habitar aqui e fazer da minha cabeça teu quintal fértil? Larga-me de tuas correntes e amarras que já ferem minha carne e quebram meus ossos. Leva teu ar tóxico e teu ócio que tanto já me fizeram regurgitar teu fel. Suplico que pares de me matar com tua faca ponte aguda e fazer doer coisas que não deveriam ser sentidas. Deixe-me livre já que não tenho mais nada a te oferecer. Não abdicarei nenhum músculo meu, não sucumbirei de tentar, não morrerei sob tua tirania. Mostra a tua cara para que estejamos de igual para igual.

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  • Há 2 semanas
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